Barrinha de cereal: o lanche prático deve fornecer ao menos 3g de fibras

As barras de cereais foram introduzidas no Brasil na década de 90 como uma alternativa “saudável” de confeito, para indivíduos preocupados com a saúde e o controle de peso. A principal função delas é serem consumidas como “pequenos lanches”. Muito práticas e fáceis de carregar para qualquer lugar, se encaixaram bem à rotina cada vez mais intensa e corrida das pessoas.

Segundo a ANVISA, para ser determinado com propriedade funcional a porção do produto pronto para consumo deve fornecer no mínimo 3g de fibras se o alimento for sólido. Podem ser incorporados diferentes ingredientes como: oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes), frutas, açúcar mascavo, farelos (aveia, chia, linhaça, flocos de arroz), tornando estes produtos mais nutritivos. Podem ainda atender a públicos específicos: não conter açúcar, glúten ou lactose.

Disponíveis em diferentes tipos, marcas, sabores e composição nutricional, quando contém grãos/ farelos elas melhoram o funcionamento do sistema digestivo e o trânsito intestinal, promovem saciedade e minimizam a vontade de comer doces.

Algumas barras contém teor de fibras bem reduzido ou até mesmo não possuem nada de fibras, podem conter mais frutas,chocolate ou “goma de açúcar”. Por isso, é preciso muita atenção ao ler as informações nutricionais do rótulo e escolher o tipo de barra.

Com o objetivo de auxiliar na prevenção do aparecimento de doenças crônicas relacionadas à dieta (Obesidade, diabetes tipo 2, síndrome metabólica), a FAO/OMS recomenda o consumo de pelo menos 25 g/dia de fibras na dieta.

As barras de cereais devem ser consumidas de forma moderada entre as refeições. Apesar de apresentarem uma quantidade reduzida de calorias (68 a 160 calorias), quando consumidas em excesso, colaboram com o ganho de peso.

 Fonte: Eu Atleta

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