Apesar de se tornarem uma modalidade olímpica – da era moderna – apenas em 2008, nas Olimpíadas de Pequim, as maratonas aquáticas nasceram muito antes da natação como conhecemos hoje.
Ainda na Grécia Antiga, os Jogos Olímpicos contavam com uma prova de natação em águas abertas, muito similar às maratonas de hoje em dia, sempre disputada por longas distâncias em lagos, em rios, ou mesmo no mar, como foi o caso das Olimpíadas do Rio.
Mas a modalidade ganhou verdadeiro destaque quando Mattew Webb atravessou o Canal da Mancha em 1875. O militar inglês cruzou a faixa de água que divide a Grã-Bretanha da França sem qualquer tipo de equipamento, ou seja, percorreu 34 km no braço. E haja braço pra isso!
Atualmente, além de uma equipe de salva-vidas, de fiscais, de juízes e de cronometristas acompanhando a prova, os participantes só entram na água se a temperatura dela estiver entre 16 e 30° C. Pode parecer besteira, mas essa é uma das partes mais importantes no quesito segurança, diminuindo os riscos de hipotermia e de fadiga dos atletas.
Este ano, pela primeira vez na história olímpica, o Brasil subiu ao pódio da natação feminina exatamente na prova de maratona aquática, na qual a atleta da Speedo Poliana Okimoto percorreu com garra os 10 km, viu a francesa Aurelie Muller ser desclassificada e ganhou sua muito merecida medalha de bronze.
#VaiFundoSpeedo
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