Nado sincronizado também se faz fora da água. Veja como nasce uma coreografia

O nado sincronizado é, sem dúvida, um esporte plástico. As atletas fazem um balé na água com os braços para fora ou de cabeça para baixo e também realizam saltos que impressionam. Mas como começa tudo isso? Como nasce uma coreografia de nado sincronizado?

O iG acompanhou os treinos das equipes júnior e sênior do clube Paineiras, em São Paulo, para mostrar que o esporte não é feito apenas na piscina. As atletas inovaram e fazem até aulas de circo para aprimorar as acrobacias e conseguir boas notas dos juízes.2

“A seleção nacional conta com a ajuda de um preparador de saltos ornamentais, mas não conheço outro clube que treina isso no Brasil”, explica Andrea Cury, técnica do clube paulista e da seleção. “É uma outra linguagem e é uma coisa que está dando super certo porque a gente está conseguindo inovar o que era uma coisa um pouco deficiente nossa. Eu não tenho essa experiência. A gente sabe fazer boas coreografias e não boas acrobacias”, completa Andrea.

As aulas de circo incluem elementos no solo e em aparelhos, como a cama elástica. As equipes do Paineiras adotaram a prática há aproximadamente dois anos.

O vídeo abaixo mostra os elementos básicos de uma coreografia de nado sincronizado, um pouco da aula de circo e também o resultado final. O clube foi campeão brasileiro na temporada e uma das rotinas apresentadas falou sobre os protestos no Brasil. Veja como ficou:

Segundo Andrea Cury, o trabalho começa em fevereiro ou março, com a criação e montagem da nova rotina. Cada equipe tem uma coreografia principal para trabalhar por ano. As competições são nos meses de setembro, outubro e novembro. E por enquanto, ela afirma que já está pensando em 2014, mas ainda não se dediciu sobre o que será apresentado na água. Resta esperar pelo novo balé.

*vídeo: imagens e edição de Aretha Martins

Fonte: IG

Você pode gostar também
Deixe uma resposta

Seu endereço de email não será publicado.