Vencendo limites no treino de natação

15_05_15_BLOGNatacao

Superação, essa é a palavra de ordem de quem se arrisca na vida esportiva da natação. Para tanto, uma boa ideia é sempre se submeter a uma autoavaliação e escutar os conselhos dos técnicos e colegas de equipe/aula.

Uma vez identificados os seus pontos fracos e fortes, é hora de mexer nos treinos e ir atrás dos resultados. Precisa de algumas dicas? Ora, você veio ao blog certo:

Braçadas: menos é mais

Comece contando quantas braçadas são necessárias para que você atravesse a piscina de uma extremidade a outra e vá diminuindo. O número médio de movimentos varia dependendo do seu porte físico, estilo e distância percorrida, portanto, preste atenção na orientação do seu professor.

Também ainda não dá para afirmar qual forma é a mais dinâmica: se é a braçada com o cotovelo fechado ou aberto. A regra é nadar da maneira mais confortável para você, visando diminuir o desgaste muscular e te dando condições de dar um gás na reta final.

Virada: a cambalhota ideal

A virada pode muito bem decidir uma prova, portanto, o nadador precisa prestar muita atenção na hora em que ele se aproximar da borda da piscina. Encaixe o queixo no seu peito e flexione os joelhos até eles ficarem bem próximos do abdômen. Encolha-se o máximo que conseguir para diminuir a resistência da água. Isso fará com que você consiga ser mais veloz durante a cambalhota e lhe permitirá tomar um impulso melhor assim que colocar os pés na parede.

Não se esqueça de esticar os braços assim que seus pés deixarem a parede. Assim você reassume a posição de nado mais rapidamente.

Abdômen: reto, como deve ser

Ele é o grande responsável por você conseguir se manter reto, na horizontal, dentro d’água. Ou seja, você vai ter, sim, que cuidar muito bem dele.

Dentro da piscina, mantenha o abdômen contraído para conseguir se equilibrar e permanecer na posição ideal de nado, caso contrário, suas pernas vão insistir em afundar, reduzindo a eficiência dos seus movimentos

Fora dela, se empenhe nos abdominais. Alterne entre os exercícios clássicos e os isométricos. No primeiro caso, comece com 100 flexões e vá aumentando até onde der. No segundo, faça séries de 30 a 60 segundos.

Frequência cardíaca: haja coração!

Essa é uma das partes do treino que mais precisa do olhar hábil do seu técnico. Todo bom atleta sabe que precisa manter a sua frequência cardíaca dentro de uma determinada zona-alvo. Normalmente, ela varia entre 160 até 180 batimentos/min (lembrando que a frequência cardíaca em terra firme difere dos exercícios feitos na água).

Alterne treinos mistos com os de limiar anaeróbico. 10 minutos de 500m, uma vez por semana são uma boa pedida. Acima disso, fique atento às instruções do seu professor e ajuste o treino em cima das instruções dele.

É isso aí, pessoal. Agora é hora de pegar firme no treino para fazer bonito nas competições. Boa sorte a todos!

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